segunda-feira, 7 de março de 2016

De volta

Às vezes a motivação fraqueja, vou abaixo, perco a guia que me orienta. Fico mais vulnerável,  mais frágil.  Por algum tempo deixo que o cansaço domine tudo o resto: o entusiasmo, a vontade, as certezas, a alimentação, os objetivos. É preciso encontrar de novo a garra, pensar o que desejo realmente, o que quero para mim. É preciso acreditar que vai correr bem, vai dar certo. Mas é difícil e dou por mim a ceder, pois desistir parece por momentos o caminho mais fácil. Talvez pareça, sim. ..Depois paro. E pergunto-me: Caramba, se continuar a desistir como vou saber a que sabe a vitória?

Uma boa semana!

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Bom domingo!

Um domingo que começa cedo, com os miúdos fora e a casa em silêncio.
O pequeno-almoço está pronto, o ponto de partida para deixar entrar a luz, o sol e muita energia boa.
Vamos aproveitar?





sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

E a semana? Correu bem?

Não! Correu mal!
Com fome, a fazer um esforço imenso para comer o que é certo e a verificar que, mesmo assim, a balança não cede.
 Porquê? 
Não sei...mas pesar-me ao fim de duas semanas e não ter baixado nada o peso deixa-me inevitavelmente frustrada, faz-me questionar se vale a pena o sacrifício. O que é que eu estou a fazer de errado? É o dia livre na semana que tem que ser retirado? Não posso permitir-me refeições onde como o que me apetece?São as duas fatias de pão integral do pequeno almoço? É o stress e ansiedade da correria dos meus dias? Não sei... 
Hoje permito-me não ter respostas...
imagem retirada da internet


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Comer conforta?

Desde que abracei esta minha vontade de perder peso para me sentir melhor comigo e para mim que venho aqui com mensagens de motivação, mensagens positivas que mostram a minha forma de estar e de encarar este processo que se prevê longo. Mas nem todos os dias são fáceis. Há dias duros. Dias em que quase me deixo ir, quase perco o controlo. Como hoje. O almoço de bife de cebolada com salada sei que foi suficiente, mas a tentação de tirar uma fatia do pão acabado de trazer para casa e barrá-lo com manteiga e de continuar a comer mais do que o quadrado de chocolate preto que fechou a refeição era irresistível. E é tão fácil nestes momentos arranjar uma justificação para me atirar sobre a comida sem pensar. Ao longo dos anos fui arranjando tantas: estou cansada, é sexta-feira, estou triste, estou com TPM, amanhã compenso....Tantas que lhes perdi a conta...Ultimamente paro para pensar. Hoje, parei para pensar. Eu não tinha fome, apenas vontade de comer. Saí da cozinha e entreguei-me a outras tarefas. Pouco tempo depois a vontade de comer passou, pois era apenas isso. Normalmente é mesmo só isso. Vontade de comer. A comida que nos conforta. Não quero isso!
Comida não conforta, porque comida é comida, e quem nos conforta é gente! Gente que sente! Gente como a gente!

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Tirei o amor de uma caixinha

Um dia coloquei o amor numa caixinha e resolvi chamar amor apenas ao fogo de artifício, aos suspiros e às borboletas. Menosprezei tudo o resto.
Um dia parei. Tirei o amor da caixinha que inventei, abri-lhe outras possibilidades e, a passos lentos, desisti de o mandar embora para deixá-lo entrar! Porque percebi que, acima de tudo, amar é importar-se!

Feliz dia de S. Valentim!



sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Balanço e balança

Um mês e pouco depois do primeiro dia do ponto de partida para aquele a que chamei "Projeto Vestido 38" é tempo de um primeiro balanço.
Depois de mais uma pesagem, tenho no total cerca de 3 kg perdidos neste tempo. Sei que uma dieta mais rigorosa,  sem dias livres ou hidratos de carbono, me traria resultados mais rápidos, mas não é esse o meu objetivo. Eu não estou a fazer uma dieta para ficar melhor porque daqui a um par de meses as roupas são mais leves.  Dessas ja perdi a conta às que fiz e nenhuma resulta. Eu estou a olhar por mim e para mim.
Se há dias difíceis?
 Há! Há dias em que depois do almoço ou do lanche saudável parece que estou cheia de fome e a vontade de comer pão ou bolachas é imensa. Mas vou aos poucos aprendendo a não me lançar sobre a comida e a deixar um minuto para pensar que aquela fome não é física e satisfazer essas vontades imediatas não me faz bem,  não me ajuda, não me faz falta. E faço outra coisa. Distraio-me da fome fantasma.  Quando dou por mim passou.
 Aos poucos vai sendo mais fácil, mais rotineiro. Espero que assim continue.
Uma certeza tenho. Já não estou na casa de partida. Estou um pouco mais à frente e continuo a lançar os dados . Só assim se ganha este jogo!