Comeram demasiado no fim de semana? Não resistiram a um petisquinho?
Eu tive um sábado sem restrições ( ah, pois, tem que ser senão a pessoa não aguenta!).
Agora é hora de voltar a fazer tudo como deve ser.
Precisam de motivação?
Olhem, eu cá preciso!
E esta é infalível! No meu caso, não há fome que resista !!
"Precisa de motivação para perder peso? Coma em frente ao espelho. SEM ROUPA!"(fonte: internet, autor não identificado)
Porque não tem dinheiro e os modelitos também não lhe servem...por enquanto!
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
domingo, 6 de dezembro de 2015
Estou com os nervos
É domingo, à tarde. Quase segunda-feira.
E pontes?
Daquelas que fazem a travessia entre o domingo a uma terça-feira feriado.
Não há!
Pois!
E pontes?
Daquelas que fazem a travessia entre o domingo a uma terça-feira feriado.
Não há!
Pois!
Manter a chama acesa
No blogue Dona Redonda encontrei esta vela, vinda por sua vez deste blogue.
Há chamas que se acendem e nunca se podem deixar apagar.
Vamos manter esta vela acesa. Pela amizade, pela paz, pelo amor, pelos afetos que são e nos trazem luz!
Há chamas que se acendem e nunca se podem deixar apagar.
Vamos manter esta vela acesa. Pela amizade, pela paz, pelo amor, pelos afetos que são e nos trazem luz!
sábado, 5 de dezembro de 2015
Uma pausa
Não me lembro de há quantos anos não acordo com a sensação de que o dia é meu. Serena no pensamento de que não há obrigações a cumprir, de que o tempo pode ser apenas o que eu quiser.
Ainda não sei se é assim que abro os olhos, ou com eles fechados, que o pensamento me atropela com "preciso fazer isto, tenho que resolver aquilo". Como se não pudesse parar e houvesse urgência para tudo. Como se houvesse castigo por não me apetecer simplesmente não fazer e deixar a urgência de não sei o quê. Como se uma pausa viesse quebrar a engrenagem do meu mundo de "ter que", de "dever de".
Desliguei o engenho, fiz descansar a engrenagem.
Permiti-me "poder", "ter direito a".
Sábado bom.Para vocês, para mim.
Ainda não sei se é assim que abro os olhos, ou com eles fechados, que o pensamento me atropela com "preciso fazer isto, tenho que resolver aquilo". Como se não pudesse parar e houvesse urgência para tudo. Como se houvesse castigo por não me apetecer simplesmente não fazer e deixar a urgência de não sei o quê. Como se uma pausa viesse quebrar a engrenagem do meu mundo de "ter que", de "dever de".
Desliguei o engenho, fiz descansar a engrenagem.
Permiti-me "poder", "ter direito a".
Sábado bom.Para vocês, para mim.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Pouco a pouco
82,8 kg.
Aos poucos se trilha um caminho. No início da caminhada a meta assume forma de quase impossível, de praticamente inalcançável. Cada etapa um mapa de planaltos e montanhas, escassos são os caminhos retos e planos. Parar apetece. Mas. se parar, aqui e agora, jamais saberei o que me espera do lado de lá. Assim dou mais um passo.Hoje, só por hoje, não há lugar para desistências!
Aos poucos se trilha um caminho. No início da caminhada a meta assume forma de quase impossível, de praticamente inalcançável. Cada etapa um mapa de planaltos e montanhas, escassos são os caminhos retos e planos. Parar apetece. Mas. se parar, aqui e agora, jamais saberei o que me espera do lado de lá. Assim dou mais um passo.Hoje, só por hoje, não há lugar para desistências!
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
E a dieta?
Estou um exemplo de bom comportamento!
Como de 3 em 3 horas, bebo água, abuso dos legumes como acompanhamento,evito os doces...
No entanto:
Resumamos as palavras bonitas ao essencial, retiremos a beleza à coisa: fazer dieta dá cá uma fome!
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Para que serve um mata moscas?
Tenho como regra com os meus alunos que, a cada 3 faltas de trabalho de casa, levam um recado na caderneta a informar o encarregado de educação desse incumprimento.
Hoje foi dia de mandar um recado à mãe do A.
O A. tem 11 anos e é um aluno que, quando a coisa não lhe corre de feição, amua, faz birra e perde o controlo, respondendo com alguma insolência e agressividade. Sabe que erra, mas é mais forte do que ele e, mesmo fazendo um esforço para alterar esse comportamento, mais cedo ou mais tarde acaba por pisar o risco.
Hoje não foi exceção.
Quando se apercebeu que ia levar um recado vi crescer nele uma raiva imensa. Pedi-lhe a caderneta e praticamente ma atirou fazendo-a cair no chão. Ordenei, então, com muita calma, que se levantasse do seu lugar, viesse apanhar a dita e entregar-ma em mão. Assim fez, pedindo desculpa ao mesmo tempo que começava a chorar compulsivamente.
Não lhe dei muito crédito e, depois de distribuir trabalho pela turma, comecei a escrever a informação na caderneta do A.
Entretanto parei.
Olhei para ele e observei-o por alguns instantes perdido naquele choro baixinho.
Recordei as palavras da mãe, dirigidas à Diretora de Turma: "Ai, professora, já não sei o que lhe hei de fazer. Agora bato-lhe com o mata moscas que já não aguentava as dores nas mãos de tantas que lhe dava".
...
O meu recado ficou assim:
"Informo que o A. já regista 3 faltas de trabalho de casa.
Acrescento que se tem notado um esforço significativo por parte do seu educando para melhorar as suas atitudes, o que é muito positivo.
Cumprimentos."
Deixei a caderneta aberta em frente ao A., que entretanto deitara a cabeça sobre os braços cruzados e apoiados na sua mesa para esconder, mais do que as lágrimas, talvez o seu medo.
Espreitou o recado. Não falámos mais sobre o assunto.
O A. foi hoje, no resto da aula, o meu aluno mais interessado e participativo.
Para que serve um mata moscas?
Para matar.
Moscas. Só moscas.
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