Porque não tem dinheiro e os modelitos também não lhe servem...por enquanto!
terça-feira, 19 de abril de 2016
E no fim do dia
Terças são dias grandes. Muitas aulas e, depois do regresso, explicações. Só por volta das 8 da noite acabam as tarefas profissionais. Depois, é preciso vestir a farda de mãe. Nestes dias, mãe soldado. Tudo é feito a correr. De repente já é hora de ir para a cama. Partilham-se beijos, abraços e amor e aconchega-se a roupa de cama antes de dois "amo-te muito. dorme bem, meu amor" enquanto se joga a mão ao interruptor que apaga a luz e se dá por encerrado o dia. Visto o pijama e recebo a meiguice de quem me espera. Sei que vou adormecer já, já. Estou cansada, mas ainda há tempo para fazer o balanço de mais um dia. Todas as tarefas agendadas foram cumpridas. As refeições seguidas à risca. Guardo um abraço de um jovem aluno como reconhecimento do meu tempo para o escutar. Agradeço o jantar pronto ao chegar a casa. Aprecio a disputa dos meus filhos por um lugar no sofá ao meu lado e os mimos que me dão. Ser feliz pode ser tão fácil. Até amanhã!
Planificando a terça
Depois dos primeiros momentos da manhã (tomar duche, vestir-me, fazer a cama, preparar a minha marmita e os lanches deles), o tempo é só meu. Tempo para tomar o pequeno-almoço com calma e registar no papel as exigências do dia. Esperam-me 9 horas de trabalho: aulas, apoios educativos, explicações. Esperam-me 6 refeições que partilho convosco. Se sentir fome hoje será emocional, não física. A essa não vou ceder porque, como já vos disse, eu decidi e quando se decide não há cedências, não há "mas", não há desculpas. Por isso, o meu dia alimentar traduz-se assim:
PA - Pão de mistura com ricotta e uma colher de chá de mel/café sem açúcar (Cumprido!)
MM- iogurte líquido magro com 2 bolinhos de aveia (saudáveis e deliciosos; depois partilho a receita) - (Cumprido!)
A- mistura chinesa de legumes temperada com molho de soja e 2 mini quiches de fiambre sem massa (Cumprido!)
L1 - gelatina zero
L2- 10 amêndoas sem sal
J- peito de frango cozido com cenoura ralada
Ao longo do dia - 1,5 l de água, a começar com um grande copo em jejum (hábito que mantenho há muito tempo)
E vocês? também preparam as refeições com antecedência ou é mesmo na hora? Também levam marmita ou preferem almoçar fora?
PA - Pão de mistura com ricotta e uma colher de chá de mel/café sem açúcar (Cumprido!)
MM- iogurte líquido magro com 2 bolinhos de aveia (saudáveis e deliciosos; depois partilho a receita) - (Cumprido!)
A- mistura chinesa de legumes temperada com molho de soja e 2 mini quiches de fiambre sem massa (Cumprido!)
L1 - gelatina zero
L2- 10 amêndoas sem sal
J- peito de frango cozido com cenoura ralada
Ao longo do dia - 1,5 l de água, a começar com um grande copo em jejum (hábito que mantenho há muito tempo)
E vocês? também preparam as refeições com antecedência ou é mesmo na hora? Também levam marmita ou preferem almoçar fora?
segunda-feira, 18 de abril de 2016
Decidir, planificar, agir esta semana
Decidi que não preciso que ninguém acredite em mim. Eu sou a única que tem que acreditar. Os que me ajudam e têm fé nos meus progressos são mais valia, são aliados, mas nunca podem ser essência. A essência das minhas decisões sou eu.
Planifiquei as minhas refeições no fim de semana para que a fome não me apanhe desprevenida. Assegurei-me que há legumes cozidos e salada, os acompanhamentos para as refeições que constam do menu que fiz para a semana. Registo a cada dia, na minha agenda, as tarefas que o dia me exige. Pessoais e profissionais.
Ajo para que, no final de cada dia, abra a agenda e marque um visto em cada uma das tarefas que registei. Isso deixa-me mais serena, mais tranquila. Sinto-me organizada e com a sensação de dever cumprido.
Planifiquei as minhas refeições no fim de semana para que a fome não me apanhe desprevenida. Assegurei-me que há legumes cozidos e salada, os acompanhamentos para as refeições que constam do menu que fiz para a semana. Registo a cada dia, na minha agenda, as tarefas que o dia me exige. Pessoais e profissionais.
Ajo para que, no final de cada dia, abra a agenda e marque um visto em cada uma das tarefas que registei. Isso deixa-me mais serena, mais tranquila. Sinto-me organizada e com a sensação de dever cumprido.
domingo, 17 de abril de 2016
A matemática da minha dieta
Passaram quase quatro meses desde a minha proposta de chegar ao final de junho com muito peso a menos. Fui mantendo o foco nessa vontade, mas a verdade é que os resultados não iam sendo os que eu idealizei. Decidi pesar-me quinzenalmente, mantive a dieta de forma rigorosa durante a semana e permiti-me alguma liberdade alimentar ao fim de semana. Achei eu que essa era a melhor forma de atingir os meus objetivos e assim fui agindo para que os resultados aparecessem. Mas eles não apareciam, pelo menos não como eu queria e, por mais que eu soubesse que ter perdido 500 gramas em duas semanas era melhor do que nada, era frustrante tanto sacrifício para passado tanto tempo o espelho me devolver uma imagem em nada diferente do mês anterior. Neste mês que estive mais ausente do blog pensei muito no porquê de estar com tanta dificuldade em perder peso quando antes era fácil, pensei que o melhor era mesmo desistir de fazer dietas e aceitar o peso que tenho, tentando apenas evitar que ele suba.Pensei muito e muitas coisas e, como é o caminho mais fácil, pus a dieta mais ou menos de lado, o que rapidamente me colocou de novo na estaca zero do peso. Mas a verdade é que eu não gosto deste peso. Não o quero, Quero vestir o tal vestido 38, seja em junho ou num outro mês qualquer. Gosto de me olhar ao espelho depois de me arranjar e gostar da imagem que o espelho me devolve e não é isso que tem acontecido. A roupa aperta, sobra corpo fora das calças...e eu não quero que sobre corpo em lugar nenhum. Então, o que fazer? Neste mês de ausência andei às voltas comigo à espera de encontrar uma solução que fosse diferente de todas. Não encontrei! Não há!Para perder peso há que mudar a alimentação e fazer exercício físico. Ponto. Não há magia, nada se inventa. Aumentar o consumo de frutas e legumes, diminuir a ingestão de hidrato de carbono, beber água e fugir dos doces, fritos e tudo o que é muito calórico, apesar de muito saboroso. Foi o que eu fiz? Foi! A balança não cede? Cede pouco! Então resta-me uma solução: Aceitar. Aceitar que vai demorar, que vai demorar muito. O meu corpo tem 40 anos e não é o mesmo, não reage da mesma maneira depois de ter sido agredido nas últimas duas décadas com períodos em que mal recebia alimentos. Aprendeu a proteger-se. Agora perco um quilo no mês quando antes o perdia em menos de uma semana. Há que ser paciente e confiar na matemática.Afinal, sempre que subtraímos ficamos com menos do que tínhamos. Não vou baixar os braços, nem desistir.DECIDIR, PLANIFICAR, AGIR. Mais do que nunca, este tornou-se o meu lema.
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Para ti
Chegaste à minha vida num abril, num acaso de amigos comuns.Acasos que mudam as nossas vidas para sempre. Esse abril foi trazendo a tua presença à mesa do café, a uma saída com amigos noite fora que nos deixou um com o outro por companhia no final da noite quando, por morares perto, me acompanhaste até ao carro. Falámos de nós, das nossas vidas, do amor incondicional pelos nossos filhos. Eu pelos meus. Tu pelo teu. Tanto em comum, mas tão pouco preparados um para o outro. Eu muro e tu fragilidade. Eu ferida sarada, mas de cicatriz profunda, tu ferida aberta e dor. Dei-te a mão e a amizade, tornámo-nos presença constante e necessária na vida um do outro, partilhámos gargalhadas, mas também mãos cheias de lágrimas. Partilhámos as origens, os medos, histórias e receios. Partilhámos sonhos e inseguranças. Partilhámos tudo e deixámo-nos sem mistério, criando inseguranças e pontos de interrogação numa relação que era preciso cuidar: a nossa! O amor não era assim, dizia eu. O amor era magia. Estrelas e borboletas. Não era conhecermo-nos tanto que nos lemos o pensamento, nos adivinhamos. O amor não era estares sempre ao meu lado e regressares de todas as vezes em que eu achava que te devias ir embora. O amor não era pegares nos meus filhos para os levares a jantar quando uma enxaqueca me fecha no quarto contorcida pela dor. O amor não era a tua mão na minha todas as noites enquanto nos aconchegamos no sofá depois das crianças dormirem e dois minutos depois eu adormeço no teu ombro vencida pelo cansaço. O amor não era o teu telefonema ainda ensonado quando acordas depois de teres trabalhado toda a noite. O amor não era o bolo acabadinho de fazer que nos deixaste antes de ires trabalhar. O amor não era passares as tuas folgas a pintar aquela mesa que eu meti na cabeça que queria que deixasse de ser castanha para se tornar branca. O amor não era estares todo o teu tempo livre comigo e ajudares-me em tudo o que podes. O amor não era quereres construir uma família comigo. O amor não era os abraços que o meu filho te dá nem as brincadeiras com a minha filha. O amor era a magia que eu inventei quando tu, afinal, fazes magia na minha vida todos os dias!
"Hoje nos lembramos sem nenhuma tristeza dos foras que a vida nos deu, ela com certeza estava juntando você e eu"
terça-feira, 12 de abril de 2016
Decidir, planificar, atuar
Quando sentes que algo na tua vida está mal o que fazes?
Eu, desde sempre, teorizava sobre o que me atormentava, o que era preciso fazer, mudar, mas na realidade a ação ficava aquém do necessário para que as mudanças realmente ocorressem. As minhas decisões de mudança sempre foram vontades, mas nunca decisões sustentadas, planificadas e efetivas.
Aos poucos, caminho numa direção diferente.
DECIDI mudar o que está mal. PLANIFICO os meus dias para manter o foco, para fazer o que é preciso. ATUO de acordo com os meus planos, com o que quero para mim, e dou passos todos os dias para chegar lá!
Eu, desde sempre, teorizava sobre o que me atormentava, o que era preciso fazer, mudar, mas na realidade a ação ficava aquém do necessário para que as mudanças realmente ocorressem. As minhas decisões de mudança sempre foram vontades, mas nunca decisões sustentadas, planificadas e efetivas.
Aos poucos, caminho numa direção diferente.
DECIDI mudar o que está mal. PLANIFICO os meus dias para manter o foco, para fazer o que é preciso. ATUO de acordo com os meus planos, com o que quero para mim, e dou passos todos os dias para chegar lá!
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| Créditos de imagem: she-works.tumblr.com |
sábado, 9 de abril de 2016
Em arrumações
Março é mês de primavera, de mudança. Mas março chegou e encontrou-me com um cansaço como há muito tempo não sentia, encontrou-me sem alento e em esforço. Era preciso parar. Fazer arrumações. À casa, à cabeça, à vida. Abril chegou com os roupeiros organizados e sacos cheios de roupas para doar ou deitar fora.Abril chegou com as gavetas em ordem. Abril chegou para recolocar no lugar certo o que estava desarrumado. Por fora. Por dentro. Estou de volta. Por inteiro.Organizada.
Partilho convosco duas inspirações para as arrumações. A primeira para o que é preciso arrumar dentro de nós para deixar entrar a primavera, o sol, a mudança. A segunda para as arrumações exteriores, as mais fáceis.
Viva abril!
Arrumar-se. Ser paciente. Ser grato. Sonhar grande. Nunca desistir.
Arrumar-se. Ser paciente. Ser grato. Sonhar grande. Nunca desistir.
Arrumar roupas, a arrumação mais simples, mais fácil (método Marie Kondo, pelo qual estou absolutamente fascinada)
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